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Quantas empresas iriam falir se você se amasse do jeitinho que é?

E se você não deixasse de viver coisas que tem vontade por causa do teu corpo ou da tua aparência?


A cat looking at a window

(Foto: Marcus Steinmeyer)


Se você simplesmente entendesse que é uma pessoa super interessante e que tua história e teus princípios falam mais alto.


Nem vou falar de aceitação, só de se ver como uma pessoa incrível e foda, que independe de um corpo pra se amar.


Será que tem como?


Também não tenho certeza. A gente vive num mundo que cultua corpos padrões e cirurgicamente moldados. que coloca como objetivo de vida ser magra, ter barriga chapada, bunda na nuca e peito apontando pro céu.


A gente não precisa estar 100% satisfeito com nosso corpo, mas a gente precisa entender de onde vem nossas insatisfações, como surgiram.


Eu já falei muitas vezes aqui do meu processo de engorde na pandemia e no meu desconforto com isso. Mas jamais vou deixar de viver e aproveitar as oportunidades que a vida me traz por isso.


E eu vejo muitas mulheres engessadas em relação a isso. Colocando metas pra começar a viver coisas “quando eu perder esses quilos vou fazer um ensaio fotográfico”, “quando eu fizer a cirurgia, vou me permitir conhecer outras pessoas”, etc.


Não tem depois! Só tem o agora! Não esperem e façam!

Existem homens que sofrem com isso? Existem! Mas a maioria somos nós, mulheres! E por que? Quem controla essa máquina de insegurança e insatisfação? O que ganham com isso? Quanto lucram com isso?

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Olá, que bom ver você por aqui!

Meu nome é Laís Conter. Sou escritora, empresária, modelo, podcaster e designer. Espero que goste dos meus textos.

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